7 da tarde e ainda não lavei os dentes

Quando o mais simples é complicado

Há uma semana queimei a mão. Da forma mais parva que possam imaginar, mas como dizia a outra: isso agora não interessa nada.

Já não tenho a mão ligada e a pele está a sarar bem. Consigo tomar banho, mas ainda não consigo lavar o cabelo, principalmente porque tenho uma farta trunfa.

Então, decidi ir a um cabeleireiro aqui na zona para lavar a cabeça e secar de forma natural, com o difusor.

Um pedido aparentemente simples mas que instalou o caos no salão. Fez-se silêncio.

– “Desculpe, mas assim não vai parecer que veio ao cabeleireiro!”

Nao faz mal, porque eu não gosto do ar arranjado do cabeleireiro. Quero que fique o mais natural possível, disse eu a sorrir na tentativa de sossegar o espírito da pobre senhora.

Lá me lavou o cabelo – com direito a uma massagem incrível – e lá secou com o difusor.

No final, mesmo depois de eu dizer que estava perfeito, ela olhou para a colega com o ar mais desconsolado e rematou: “foi a senhora que pediu isto!”

5 comentários em “Quando o mais simples é complicado

  1. Elizabeth

    😁😂 Também detesto que me arranjem o cabelo. Só costume ir cortar ou fazer madeixas mas nunca faço brushing e isso causa sempre algum embaraço malta😁. Beijinhos Catarina

  2. Maria-Não-Vai-Com-As-Outras

    Idem por aqui. A diferença é que comigo nem o difusor, o meu cabelo se se apanha debaixo de um secador fica em pé, e não é minha pretensão assustar os transeuntes do shopping.

  3. Andreia Figueiredo

    Kikikikiki
    Para quem tem caracóis, ir ao cabeleireiro e deixá-las secá-lo para parecer o nosso natural é o terror!
    Nós, caracoletas, não ficamos satisfeitas, mas temos de dizer que sim, que gostámos e elas ficam igualmente desgostosas! Kikiki
    Chego a sair de lá e a ir lavá-lo a casa e deixá-lo secar ao natural e com o meu jeito de mãos. 🙂

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